De quem é a kafta???

Vida de família de fotógrafo é bem tumultuada. O papai sai de casa cedo e chega a noite; e nos finais de semana também está sempre trabalhando. São poucas as oportunidades que temos para fazer um programa em família , os quatro juntos.
Sexta-feira, felizmente, foi um desses dias. O papai foi fotografar o espetáculo Peter Pan e levar as meninas para passear. Chegamos ao teatro, tudo bem. Maria se encantou com os atores voando e Angelina não deu um piu sequer – por alguns momentos eu olhava para ver se ela estava dormindo e os olhos estavam muito abertos assistindo tudo.

(Encontramos a Gisela por lá, demos carona até a casa dela. Foi tudo bem no carro, distraindo poucas manhas com brincadeiras e conversas).

Antes de ir pra casa decidimos parar no espetinho que tem ali perto.
Papai pediu seus espetos e uma cerveja. Mamãe idem. Pedimos suco pras crianças, mandioca, vinagrete, etc.
A Angelina toda serelepe abrindo um bocão pra comer (ela é boa de garfo) e a Maria, tranquila, comendo uma kafta.
Até o momento que a Maria resolveu colocar a kafta na boca da Angelina pra ela dar uma mordida. Ela, obviamente, gostou e quis mais. E depois mais. Até que quis segurar o espetinho e não devolveu.
O papai então, muito rápido, pediu outra kafta novinha e quentinha pra Maria. Só que ela nao quis.
Não vou comer uma inteira“.
O papai, com paciência, cortou a metade da kafta pras duas ficarem do mesmo tamanho e deu pra Maria – que já estava com os olhos cheios de lágrimas.
Quero a minha“.
Tentamos trocar com a Angelina que continuava segurando seu espetinho com força e mordendo a kafta.
Numa distração da Angelina, a Maria ficou com os dois espetinhos nas mãos. Misturava os dois e tentava dar o novo pra Angelina que só chacoalhava a cabeça “não, nãaaao“.
E, numa distração da Maria, a Angelina grudou os dois espetinhos. Uma kafta e cada mão, intercalando as mordidas.
Eu pedia e ela gritava “é miiiii” (= é minha).
Nisso o pai, que já tinha perdido a paciência, olha pra mim e diz “você é mãe, resolve“.
Continuei tentando mas era impossível.
Por sugestão do pai acabei indo pra casa a pé com a Angelina e as duas kaftas. O Dan e a Maria ficaram por lá até terminarem de comer.
Em casa a Dory olhava alucinada pras kaftas e a Angelina continuava intercalando as mordidas e, quando percebia o olho grande da gata, gritava: “é miiii“.
Ela comeu a primeira kafta inteira e deixou só um pedaço da outra.

No dia seguinte o papai foi trabalhar logo cedo. Eu tinha muita roupa pra lavar e as duas dentro do apartamento. Optei por deixá-las sozinhas numa tentativa de “são crianças, que se entendam“. Acho que funcionou melhor. Brincaram o dia inteiro com poucas discussões.

Tenho muitas dúvidas sobre como agir. O Dan acha que a Maria está errada porque ela é grande e tem que ceder sempre. Eu tento amenizar tudo, acho que a Maria já “perdeu” muita coisa com a chegada da irmã.
Tudo que a Maria pega a Angelina quer. A Maria dá, pega outra coisa e, imediatamente, a Angelina quer a outra coisa. E isso se repete com 2, 3, 5, 10 brinquedos. A Angelina só quer o que está na mão da Maria.
Por outro lado, a Maria provoca. Pega aquilo que ela sabe que a Angelina não quer que pegue e começa a gritaria do “é miiii“.

O que é mais fácil resolver: a pirracenta ou a birrenta???

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Gabriel – 15/08/2012

Aí está o Gabriel, falei dele e da mamãe Marcella no post anterior.

Quarta-feira, dia 15/08, ele chegou. Todo calminho e gostosíssimo. Fui no fim do dia visitá-los no hospital. Fiquei feliz de ver a Marcella super bem.

A propósito, depois que fui mãe aprendi algumas coisas a respeito de “visitas”. E outras que foram mães antes de mim ajudaram nessa parte (Érika, Dani, Mariana).

Vamos lá.

Se a nova mamãe (ou papai) é muuuito próxima(o) e você não vai conseguir conter a vontade de ver o bebê, visite no hospital. A visita no hospital é rápida, a mamãe já está deitada (amparada pelo papai, enfermeiras, etc) e o bebê provavelmente estará dormindo. E só pegue o bebê no colo se a mamãe oferecer ou pedir alguma ajuda.

Lembre-se da mamãe também e leve um presentinho para ela. Pra Marcella levei um gloss com o recado “é só um presentinho pra vc lembrar de não se esquecer” (#coisas de mãe). Se o seu marido/namorado é amigo do papai, eles amam a tradição do charuto.

Visitas em casa são mais longas, as vezes o papo fica bom e a gente não sabe (ou não percebe) se tá na hora de amamentar ou da mamãe descansar, tomar um banho, etc. Algumas ajudas são muito válidas em todas as fases do bebê (a Angelina já tem mais de 1 ano e ainda preciso muito).

Exemplos: – olhar o bebê enquanto a mãe toma um banho tranquilo ou come alguma coisa, – levar uma comidinha pronta (um petisco, um bolo, etc), – lavar louça ou alguma peça de roupa do bebê.

Enfim, uma foto do Gabriel, que logo logo estará brincando com a Angelina 🙂

Parabéns Ma e Cacaco!!!! Todas as bençãos do mundo pra vcs!!!

O papel dos avós

Todo dia vejo pelos corredores aqui do Ibilce uma senhora com um bebê. Hoje está super frio, chovendo, e ela está por ai. Por vezes passeia com o bebê no colo, por vezes no carrinho, faz dormir. O bebê deve ter uns 6 meses. Concluí, por minha conta, que a mãe é aluna e a paciente vovó vem cuidar do neto enquanto a mamãe assiste aula.

Nessa avó podemos perceber o grau de dedicação e paciência que existe em todas (pelo menos na maioria que conheço).

Minha mãe, avó da Angelina, é meu braço direito, esquerdo e minhas duas pernas. Nem um terço da minha rotina seria possível sem o apoio dela.

As avós são mais pacientes, mais sensatas, mais serenas, mais carinhosas. Ou seja, são muito melhores que as mães. Como mãe tenho que pensar no trabalho, na medicação, nas consultas, nas vacinas, nas contas, na escola, na educação, nos horários. E, por um erro meu, acabo focando mais nas preocupações que na curtição.

No curso Beabá-Bebê na Unimed eles falam muito sobre o papel das avós e, muitas vezes, menosprezam essa pessoa tão fundamental. Parece que toda a experiência delas é errada. Peraí!!! Se fizeram tudo errado não estaríamos aqui, fortes e saudáveis.

Escuto muito minha mãe e pessoas mais experientes. Sempre dei chás (e a Angelina ama). Dei chupeta que minha mãe sempre insistiu que é uma benção. Essa semana passei vick na sola do pé da Angelina que uma prima disse que é bom pra tosse. Não comi, durante a amamentação, nada que alguém falou que pode dar cólica (o médico fala que pode tudo; por acaso ele é mãe?). Se é conversa de vó ou não, a Angelina não teve nada de cólicas. Outro conselho da minha mãe que segui era dar o luftal antes da cólica se manifestar.

Quando a Angelina nasceu pedi que minha mãe fizesse o papel de “minha mãe”. Ela cuidou muito de mim, da minha casa, das roupas pra lavar e passar. O papel de mãe da Angelina eu precisava exercer – cuidei do umbigo, dei os primeiros banhos, dormi sozinha com ela. Acho que isso é importante porque a mãe tem que passar por essa experiência.

Hoje a minha mãe é muito mais que avó da Angelina, é outra mãe que ela tem. Quando ela ta doente ou eu tenho compromissos, fica com minha mãe numa boa e tenho absoluta confiança.

Mas onde está o limite pra criança saber qual o papel de cada uma em sua vida? Acho que isso tudo tem que ser muito conversado. Ainda essa semana falei pra minha mãe que a pior coisa é quando os avós desautorizam os pais. Talvez os pais estejam errados e são mais duros, mas, na frente da criança, nunca deve ter esse tipo de conflito.

A Angelina já é sabida e fica bem mais folgadinha com a vovó do que comigo. Acho que é natural.

E tem também o vovô que exerce, com toda paciência, o papel de brincar, assistir tv, comprar dvd do PatatiPatatá, buscar leite 10h da noite porque não tem pra manhã seguinte, levar e buscar pra todo canto e tantas outras coisas que ele faz com tanto carinho e dedicação.

Olhando para eles vejo renovação e alegria. A vida deles parece outra, a fisionomia muda.

Repito: nem um terço do que sou e que faço seria possível sem os meus pais.

Muito importante é o diálogo, o carinho e a gratidão. Abençoados sejam as vovós e os vovôs.

Viagem para Salvador

Ano passado o Evandro e o Marcelo (irmão e amigo) marcaram um workshop em Salvador. Fomos ver preço de passagem e conseguimos um super desconto, então aproveitamos a oportunidade pro marido fazer os cursos, comemorar o aniversário dele  e fazermos uma viagem legal de férias em família.

Parecia loucura encarar uma viagem de avião com um bebê de 10 meses, para um lugar sem muita higiene, com muita violência e sem saber muita coisa sobre estrutura que encontraríamos. Resolvemos nos aventurar e, nem por um minuto, houve algum arrependimento. Ela pode não entender o que está acontecendo, mas aproveitou muito cada novidade.

No avião: nada de sustos quando chegamos perto e já estava ligado e fazendo muito barulho. Muito atenta a tudo e todos, viajando no colo fica muito mais tranquila que no bebê desconforto do carro. O problema é a bagunça, enquanto ela não tirou todas as revistas da poltrona não ficou satisfeita. Para os passageiros da poltrona de traz ela fazia cute, e assim passou o tempo (até pro ACM Neto ela fez cute). A viagem entre Rio Preto e São Paulo é muito rápida e ela não dormiu. Dei mamadeira na decolagem e no pouso para ajudar a não doer o ouvido, mas isso tem que ser feito com muito cuidado e atenção porque se fizer algum movimento meio brusco pode engasgar. A viagem de São Paulo para Salvador é mais longa, então ela dormiu um bom tanto (na ida e na volta foi assim). A comissária se encantou com ela (e quem não se encanta?) e até colocou lenço e crachá para tirar foto. Também pudemos visitar a cabine do piloto (e sempre tive vontade mais nunca me autorizaram).

Alimentação: o pediatra recomendou que é melhor comer papinha da nestle por uma semana do que comida de restaurante que não conhecemos, principalmente fora do estado de SP (na Bahia tem o  agravante do tempero). Perto da casa onde estávamos tinha um restaurante muito bom, depois de comer umas duas vezes lá achei que a comida seria boa e ela amou o peixe e o feijão fradinho. Na maioria do tempo foi papinha pronta. A minha intenção era cozinhar já que alugamos uma casa, mas não tínhamos supermercado próximo.

Transporte local: a casa era bem longe do centro histórico, precisamos pegar onibus para visitar o pelourinho. Coloquei ela no canguru, o papai carregou o carrinho e lá fomos nós. Uma aventura de mais de 1h de trânsito. Pensa que ela achou ruim?! Ela vai “puxando conversa” com qualquer pessoa que olha pra ela e abre um sorriso. Voltamos de taxi, bem apertado e ela chorou um pouco até dormir, mas aí já era cansaço.

O passeio pelo centro durou um dia inteiro e estava muito calor. Nem por um minuto ela chorou ou reclamou. Quando ficou cansada dormiu no carrinho por ali mesmo. O complicado foi banheiro, era tudo muito sujo. A Tati (minha amiga) segurava ela de pé no banheiro e eu trocava a fralda. Viajar sozinha com bebê é impossível. Mas se vc precisar, peça ajuda, eles são tão fofos que nunca vai faltar uma senhora pra ajudar (só não deixe a criança sozinha com estranhos, óbvio).

Pela primeira vez ela tomou sorvete e acho que não preciso dizer que ela amou né.

Pernilongos judiaram muito, isso não teve jeito. Pelas fotos dá pra perceber. Serviu pra descobrir que ela não tem nenhum tipo de alergia, pq se tivesse…. Passei creme fenergam e parece que ajudou. Não ficaram marcas.

O sol lá nasce cedo (5h), então ela já acordava ligada. Toda manhã eu saia com ela para passear de carrinho e tomar sol. Na praia mesmo fiquei só um dia e muito pouco tempo. Levamos a piscininha e ela brincou bastante debaixo do guarda-sol. Entrou na água do mar e comeu areia.

Foi tudo perfeito. A mamãe voltou da mesma cor que foi, pude aproveitar muito pouco em termos de curtir a praia. Mas aproveitei muito vendo a alegria dela em cada minuto. Ah, e foi o primeiro contato que ela teve com piscina também. Esse é um grande perigo, porque ela olhava pra água e gritava tanto, se soubesse engatinhar ou andar iria se jogar sozinha. Tem que ficar muito de olho.

Já a Maria Eduarda aproveitou mais ainda, é mocinha e entende tudo. Ficará na memória dela pra sempre cada experiência.

O meu desejo maior é poder proporcionar essas experiências pras duas. Acredito que o que levamos na lembrança é só nosso e ninguém tira, tem um valor incalculável. Viajei muito e incentivo o marido e as meninas a fazerem o mesmo, vale cada centavo e cada esforço. Chegar em casa, no final de uma viagem ótima, é uma delícia e trazemos energias novas para retomar a rotina, trabalhar e se programar para viajar de novo.


A comissária mais linda


Também posso ser pilota


Tati, Falchetti, Angelina, Ká, Evandro e Marcelo


A primeira vez no mar





Prontas para o passeio


Nanando no mercado modelo


Projeto Tamar - Praia do Forte


o nascimento da tartaruga, hehehe


Ela ficou um tempão pendurada nessa tela observando a tartaruga


O problema aqui foi que ela colocou a mão molhada de água salgada na boca e chorou um monte (ah, esse é o tanque do tubarão)


Falchetti e Maria passando a mão no tubarão


Conhecendo um recém-nascido





Como organizar o chá de bebê

Por esses dias muitas grávidas conhecidas perguntaram sobre o chá de bebê e as dúvidas são muitas. O que pedir, como fazer, por onde começar. Como o blog é para ajudar as futuras mamães vou falar um pouquinho sobre o assunto.

1º – a data: opte por fazer no 7º mês que ainda tem disposição, tanto para a organização, quanto para lavar e arrumar os presentes. Quanto ao horário sugiro final de tarde.

2º – quem convidar: mulheres e crianças.

3º – como fazer a lista: temos duas opções. Uma é enviar o convite com o presente especificado. A outra é fazer a lista em uma loja especializada.
Particularmente, acho complicado especificar o presente. Cada item é muito pessoal e com preços que vão de R$1,00 a R$100,00. Qual o critério para pedir um presente mais caro para uma pessoa e um mais barato para outra? E a cor?
Se na sua cidade não tem lojas especializadas sugiro que faça uma tabela e, na hora de entregar o convite, peça para a pessoa marcar na lista qual presente ela quer comprar. (Aqui no meu trabalho fazemos assim e funciona bem).  Na dúvida se a pessoa não irá gostar de escolher o presente, peça fraldas descartáveis que nunca é demais.
Na loja é legal porque a mamãe vai até lá e escolhe todos os itens. A convidada tem opções de preços, sabe que a mamãe vai gostar e, depois, você ainda pode trocar se ganhar algo repetido.

4º  o que servir: salgadinhos, mini cachorro-quente, torradinhas com patê, bolo caseiro, pão de queijo, sorvete, refrigerante, sucos e água.

lembrancinhas: pirulitos mini-chupetas, docinhos, fotos da barriga da mamãe ou guloseimas de épocas (mini panetone, mini ovo de páscoa)

brincadeiras: as tradicionais brincadeiras de adivinhações estão bem fora de moda e causa tédio geral na mulherada. No chá da Angelina um mágico cuidou da animação. Se você não quiser gastar com isso, sugiro apenas abrir os presentes e colocar em uma mesa bem bonita de maneira que os presentes fiquem expostos. Deixe umas etiquetas ao lado para cada pessoa colocar o nome no presente que deu.
“Recados para o bebê” também é legal. Use cartões em branco ou um livro onde cada convidada vai deixar um bilhetinho para o bebê que está chegando.

decoração: bolo de fraldas, fotos do papai, mamãe e irmãos quando bebês, bexigas, varal para pendurar as roupinhas, aquelas roupinhas que a sua mãe ou sogra guardou de quando os papais eram bebês, sapatinhos. É possível fazer tudo dentro de um tema, como em festa de aniversário, só que em menor proporção (jardim, piquinique, flores).

Clique aqui e veja:

Chá da Angelina na casa da vovó Zete
Chá da Angelina e da Luíza com as amigas do trabalho das mamães

Abaixo algumas fotos que podem ajudar bastante.

sugestão de lista

Mesa de bolo e doces

Bolo-lembrancinha, para chá de bebê ou maternidade

Convite menino

Convite menina

Os convites podem ser colocados junto com um saquinho de chá e fechados com lacinhos. Fica um charme.

Feliz 2012

Antes tarde do que mais tarde, não é mesmo.
Deixo aqui para os leitores do blog os dois cartões de Feliz 2012 que fizemos. O primeiro foi idéia do papai Dan Castilho que uniu nossas mãos num desejo super sincero.
O segundo foi idéia minha, aproveitei o Smash the Cake para desejar um ano novo muito doce.
Beijos para todos 🙂

Dan, Angelina, Maria e Ká

Maria Eduarda – 7 anos

Ah, e como o tempo passa. A primeira festa que fiz pra Maria Eduarda foi a de 4 anos. Ela dizia “sou o gude da Kalina”. E como era grudada. O tempo passou muito rápido, hoje ela é uma moça, independente, decidida e cheia de personalidade.
Já terminou o 1o. ano da escola (sem ser muito dedicada e tem levado boas broncas por isso), usa sapato nro 30 e já não prefere rosa nem lilás na hora de escolher suas roupas. Gosta mais de ganhar bijous e maquiagem do que bonecas. A princesinha cresceu.
Para a festa de 7 anos ela quis o Buffet Reinolândia por suas brincadeiras interativas. A decoração foi da Pucca e na sacolinha surpresa ela pediu adereços para a pista de dança igual as que tem nas festas de casamento.
Usando um vestido jeans que ela ganhou da mãe Camila e sapatilha preta, saiu da escola com os amigos no trenzinho e foram cantando Michel Teló e Luan Santana (onde está o Balão Mágico, Trem da Alegria, Xuxa???).
Mas vamos falar da coisa prática já que o objetivo é compartilhar experiências com outras mamães. Marcamos a festa das 18h as 21h numa terça-feira. O trenzinho levou as crianças direto da escola e os pais buscaram no buffet. Da família convidamos avós, tios e as famílias que tem crianças. Foram 30 crianças e 25 em adultos, o pacote do buffet sai bem mais em conta.
A Camila (mãe biológica da Maria Eduarda) junto com a sogra fez pipoca doce, enfeites pra mesa e lembrancinhas. A vovó Sueli fez brigadeiros e beijinhos deliciosos. O vô Lazaro fez caixinhas de madeira como lembrancinhas. Foi uma preparação em conjunto com tudo que uma festa de criança tem direito.
E a surpresa da noite ficou por conta de um Kimono lindo que encontrei na internet (Flor de Fogo) no sábado a noite, fiz a transferência pra conta da loja e o sedex10 entregou pontualmente no dia da festa –
No quesito fotos e video não poderia ser melhor, ficou por conta do papai DanCastilho, do “tiodrasto” EvandroRocha e da super fofa JuMerengue.
Abaixo está o vídeo que dispensa comentários.

7 anos de Maria Eduarda from Juliana Merengue on Vimeo.

Muito obrigada a todos 🙂

O primeiro resfriado e a volta ao trabalho

Olá!!!!
Esse mês Angelina completou 6 meses e tivemos muitas novidades. Aliás, todos os dias tem uma novidade, é incrível o desenvolvimento e o aprendizado. É tudo tão lindo e parece tão bobo. Esses dias ela aprendeu a engolir a saliva… ela baba e já suga de volta. Quem não é mãe vai pensar “que tonta”, mas é um sinal de evolução, só vivendo o dia-a-dia de um bebê para saber.
Ela deixou de mamar no peito de uma vez por todas. Logo depois disso teve o primeiro resfriado. Li em alguns sites e revistas que o primeiro resfriado coincide com o final da amamentação. Pode ser. E também esse tempo louco, ar condicionado, passeios em lojas, shopping. Tudo atrapalha.
Os procedimentos são simples, se não tiver febre nem precisa ligar desesperada para o pediatra. Sorine no nariz e inalação com soro fisiológico. Atenção: coloquem o aparelho de inalação nas compras básicas, é muito importante.
O problema maior veio depois do resfriado: a primeira dor de ouvido. Foi desesperador. Ela chorou tanto que afogou, papai e mamãe ficaram sem chão. A sensação de impotência vendo aquela coisinha tão linda e boazinha chorando sem parar é quase insuportável. Por sorte estávamos indo para a madrinha dela (minha tia Tóia) que rapidamente esquentou uma fraldinha e colocou no ouvido, demos tylenol e ela se acalmou, chegou dormindo na emergência. A médica olhou o ouvido e constatou uma otite externa, sem gravidade. Gotinhas por uns dias e tudo se resolveu. Ontem foi a consulta mensal com o pediatra e ele viu que já está 100% limpo o ouvido. Essa otite externa é por friagem ou água que fica na hora do banho, por mais cuidado que tenha, pode acontecer.
Agora ela está ótima… o único detalhe é que ficou 3 dias dodózinha e manhosa, no colo o tempo todo e ela gostou da idéia, agora tá dando trabalho pra dormir sozinha (como ela sempre fez aqui em casa). Não é boba nem nada né.

Dia 2 de dezembro retorno ao trabalho no Ibilce (cerimonial estou fazendo desde que ela tem 2 meses mas para isso não tem uma rotina). Confesso que estou contando os dias para voltar.
Admiro muito mulheres que optam por deixar a carreira de lado e cuidar dos filhos e da casa mas, definitivamente, essa vida não é pra mim. Tenho a sensação de que, o tempo todo, sou vista como alguém que tem tempo, fica a toa o dia todo e não dá conta de cuidar da casa. É uma rotina pesada, só posso fazer as coisas quando a Angelina dorme e cada vez ela tem dormido menos. O trabalho doméstico é infinito, todo dia arruma, limpa e todo o tempo suja e bagunça, é impossível pra mim.
Isso sem contar – “já que você tem tempo, faz isso, faz aquilo…”. O dia é muito menor hoje do que quando eu fica 8h por dia trabalhando.
Em dezembro a Angelina vai ficar com minha (abençoada) mãe. Na verdade, a vovó muito coruja quer que ela fique só lá mas decidi que a partir de janeiro ela vai pra escolinha. O pediatra defende que fique com a vovó até 2 anos.
Explico minha decisão: a rotina é pesada e o compromisso muito grande. Eu só consegui me recuperar e ficar bem emocionalmente e fisicamente porque tenho muito a ajuda da minha mãe. Angelina fica com ela um pouquinho quase todos os dias, só assim é possível fazer supermercado, lavar roupa, fazer unha, cabelo, ir ao shopping, sair com o marido, etc. Quando eu voltar a trabalhar minha mãe não vai ter com quem dividir e eu não vou ficar tranquila sabendo que ela está presa o tempo todo. E ela não tem essa responsabilidade nem obrigação. Angelina vai pra escola (que é dentro do Ibilce), fica pertinho de mim e, sempre que possível, a gente dá um jeito de “matar aula” pra passear com a vovó. E, é claro, fico muito tranquila por saber que tem a vó ali sempre que necessário.
Agora tenho uma rotina pra organizar. Sei que vai ser complicado administrar a casa e a rotina, as atividades vão continuar mas vou dar um jeito nisso, tenho certeza. Pelo menos voltarei a ter uma vida só minha por 8h – a minha mesa, a minha agenda, o meu telefone, o meu trabalho. Serei, novamente, uma pessoa útil.
Beijo grande pra todos 🙂

Batizado – 07/08/2011

vovô Zezinho e vovó Zete

bisa Vilma, vovó Nanci e vovó Zete

vovô Beto e vovó Zizi

tio Daniel, tia Kelly e Dani

Maria Eduarda e Ju Merengue

de olho no papai

soninho da beleza

o padre Cesarino passando óleo no peito e eu nanando

olha o padrinho que babão

no colo da madrinha

de olho no Padre... o que será que tá acontecendo?

é muita água...

a família do papai

a família da mamãe

amigos especiais

a lembrancinha

padrinho mais babão

Obrigada Ju Merengue e Edgar Machado pelas fotos 🙂

Fraldas, banho, umbigo e pediatra

Olá Amigos… Como podem ver, as atualizações já não são tão constantes… estou no período de descansar enquanto filhinha descansa.
A sensação é única… olho pra ela e vejo que nunca mais serei sozinha, uma emoção constante. Felicidade sem fim 🙂
Agradeço a Deus o tempo todo.
Hoje vou falar rápido desses assuntos que nos assustam durante a gravidez, é grande o medo de não dar conta.
No hospital ganhei um kit onde tava escrito: “quando nasce um bebê, nasce um pai e uma mãe” e é uma grande verdade, não sei de onde sai tanta coragem e tantos conhecimentos nunca vividos. Vamos lá:

Fraldas: a primeira troca foi em equipe, Maria desbotoou o macacão, Daniel ajudou arrumar os itens necessários e eu fui fazendo as coisas, passo-a-passo, como aprendemos no curso. Minha mãe ficou supervisionando. Foi praticamente um espetáculo. Logo em seguida, a rotina da casa recomeça e tudo tem que acontecer. Posso dizer que é igual andar de carro, logo depois de algumas aulas fazemos tudo automaticamente. Logo na primeira noite foram duas trocas de fralda e eu sozinha. Dia da consulta do pediatra ela fez sujeira quando estava quase na hora dela entrar, tive que trocar rapidinho. Então, estou craque já.

Banho: essa parte fiquei com mais medo. O primeiro foi o Daniel (com a ajuda da Maria) eu fiquei do lado ditando as técnicas do curso. Nessa hora minha mãe nem estava aqui. Do segundo banho em diante ficou por minha conta mesmo. Hoje já preparo banho, roupa e tudo que é necessário sozinha, as vezes nem tem ninguem em casa. E o melhor: ela nem chora :)… estou craque nisso também.

A Maria ajuda muito na hora do banho e da troca de fraldas, ela cuida da organização das coisas, arruma as fraldas na caixinha, o algodão, tira a água da banheira quando acaba e fica conversando com a irmãzinha enquanto faço as coisas que a incomodam. Nos dias que ela não está em casa sinto muita falta. Sinceramente, nessas horas ela ajuda mais que o papai. Acho que a mulher já nasce com certos instintos.

Umbigo: assunto muito temido, ouvi tantas histórias de “foi uma tia que curou o umbigo”, “eu tinha uma enfermeira que vinha em casa até cair o umbigo” e por ai vai. Não é difícil mas nesse aspecto acho que me atrapalhei um pouco. Na verdade eu nunca tinha visto e entendi errado nas explicações. A limpeza tem que ser feita até dentro do umbiguinho, lá no comecinho do cordão. Eu estava limpando e secando por fora mas não tão profundamente quanto deve ser. Por isso está demorando um pouquinho pra cair. Ela já tem 12 dias e o umbiguinho tá ali ainda. O pediatra disse que é de 5 a 20 dias, estamos no prazo ainda, mas confesso que fiquei um pouco triste quando soube que não estava fazendo totalmente certo.

Pediatra: a escolha é delicada. Conversei com muitas mamães, tinha a pediatra que a Maria ia mas o Daniel não gostou muito. A Érika indicou o dr. Marco Volponi e ficamos muito satisfeitos. Ele é um amor. Essa escolha deve ser feita com calma e é importante que o médico tenha o jeito de vocês. A primeira consulta foi uma semana após o nascimento, a próxima é daqui um mês. Foi um dia muito feliz. Ele conversou bastante, examinou a Angelina e nos deu muitos parabéns. Ela engordou 180gramas em uma semana, estava muito calma e saudável. Ganhamos muitos parabéns do “tio”. Minha mãe então, saiu de lá rindo de orelha a orelha, cheia de orgulho. Foi muito legal. Fora a parte do umbigo que ele explicou como era, tudo estava na mais perfeita ordem. E ele ainda disse que era só eu continuar calma assim que iria querer ter mais uma meia dúzia. hahaha… mal sabe ele a calma da pessoa.

E agora vamos ver algumas fotos né…Angelina já está com dobrinha e bochechas, muda todo dia e cada dia mais linda… nosso anjo lindo Angelinda 🙂

primeira foto em família

fotos: www.dancastilho.com.br

Olha meu look no niver da mamãe

fotos: www.dancastilho.com.br

vontade de morder

Já chega Papai

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