A primeira visita ao dentista

Hoje o assunto não é dos melhores. Na vedade seria se tivesse sido apenas a primeira visita. Os dentistas recomendam que leve o bebê ao dentista após nascerem os quatro primeiros dentinhos. Confesso que fui deixando, deixando e não levei logo. Essa visita é para limpeza, orientação e prevenção. Claro que é muito melhor prevenir do que encarar o mais temido dos barulhinhos.
Enfim, essa semana precisei levar a Angelina urgente, urgentíssimo pela primeira vez ao dentista.
Ela caiu na escola (correndo) e bateu a boca no chão. Cortou o lábio inferior e quebrou um pedacinho do dente. O problema desses tombinhos é afetar a raiz do dente, por isso é importante levar bem rápido.
Graças a Deus só quebrou a pontinha e foi necessáiro lixar para não ficar “cortante”.
Pronto, tudo muito simples. (oi?!)
A odontopediatra tem todo equipamento preparado para atender um bebê, cadeira própria, onde a criança fica sem apoiar as pernas e não consegue levantar, brinquedos e bastante paciência.
Seria assim se estivéssemos falando de uma criança, mas a Angelina… aaaah, a Angelina. Ela se transformou num touro bravo misturado com uma onça selvagem. A tal cadeira que a criança não consegue levantar não deu nem graça, a dentista ficou impressionada com a força dela, levantava em segundos, sem apoio nenhum… uma força de abdomem de fazer inveja à qualquer trapezista ou bailarina.
Ela mordeu o dedo da dentista, cuspiu na hora da limpeza e gritou tanto, mas tanto, que quando saí de dentro do consultório, as duas salas de esperam estavam lotadas de adultos e crianças sentados, imóveis, em silêncio e brancos.
Deu dó, mas foi necessário. Espero que não traumatize (nem a filha, nem a mãe, nem as outras crianças).

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Angelina e o Mister Maker

A Angelina adora o Mister Maker (canal Discovery Kids). Ontem aconteceu uma coisa que, até agora, estou sem acreditar. Resolvi contar por aqui para que eu possa deixar registrado e assegurar que, no futuro, esses detalhes e acontecimentos não fiquem perdidos no tempo.
Ela estava sentadinha quando o Mister Maker disse “você vai precisar de dois pratos” (era para um desenho). Ela levantou e saiu correndo para a cozinha, fui atraz e ela já estava perto da pia, apontando. Mesmo descrente, peguei um prato de plástico e dei a ela. Era exatamente isso.
Ela pegou o prato e voltou correndo pra sala, parou em frente a tv e ficou mostrando o prato pro Mister Maker, como quem diz “tá aqui o que você pediu”.
Só fiquei parada, olhando tudo, babando e sem saber que pensar.

Pra quem não conhece, aí vai uma foto do Mister Maker (o amigo da Angelina).

É muito talento e independência

Angelina já sabe entrar na piscina de bolinhas e contar histórias.

Videos para compartilhar com os visitantes do blog as delícias do crescimento da pequena.

Até que enfim conseguimos…

Domingo o dia foi cansativo e, ao mesmo tempo, delicioso.

De manhã fomos ao Estimacão e a Angelina ficou o tempo todo no colo. Falava “au au” e ria para todos os cachorros, porém, ela tem medo e não foi pro chão por nada.

Passamos a tarde na casa do vovô Beto (o Bé, segundo a Angelina). Ela andou sem parar um minuto. Só sentou no carrinho – muito contrariada – para almoçar. E a mamãe, por tabela, andou o dia inteiro também.

Quando saímos de lá o carro não andou 100 metros e ela dormiu (sem banho) na cadeirinha. Em casa ela dormiu por mais 1hora, a areia saltava do corpo. Acordou, tomou banho (de chuveiro com o papai) e… tchan, tchan, tchan, tchan… PEGOU FOGO!!!

Começou andar pela casa tudo de novo. O papai foi pro quarto numa tentativa de “diminuir a platéia” e acabou dormindo. A mamãe não tinha mais pernas pra correr atraz, nem braços e coluna pra chacoalhar no colo (e ela não queria tentar dormir). Ela corria pela casa cambaleando.

Levei pra cama com o papai. Ela ficou empurrando, fuçando, subindo de cavalinho no pobre pai que tentava dormir.

Fiquei brava, levantei e apaguei todas as luzes. Ficamos os três na cama, olhando pra escuridão. Pronto, ela segurou nos cabelos do pai e dormiu em três, dois, um…

Ontem (segunda-feira), chegamos em casa, tomou banho, brincou bastante e, às 21h (que eu acho um horário ótimo pra criança dormir) fui pra minha cama com ela e uma mamadeira. Apaguei tudo de novo. Mamou e dormiu me 15 minutos.

Ufa!!! Será que encontramos a solução para a hora da briga com o sono???!!!!

E vocês, mamães leitoras do blog? Como é na hora de dormir?

Gabriel – 15/08/2012

Aí está o Gabriel, falei dele e da mamãe Marcella no post anterior.

Quarta-feira, dia 15/08, ele chegou. Todo calminho e gostosíssimo. Fui no fim do dia visitá-los no hospital. Fiquei feliz de ver a Marcella super bem.

A propósito, depois que fui mãe aprendi algumas coisas a respeito de “visitas”. E outras que foram mães antes de mim ajudaram nessa parte (Érika, Dani, Mariana).

Vamos lá.

Se a nova mamãe (ou papai) é muuuito próxima(o) e você não vai conseguir conter a vontade de ver o bebê, visite no hospital. A visita no hospital é rápida, a mamãe já está deitada (amparada pelo papai, enfermeiras, etc) e o bebê provavelmente estará dormindo. E só pegue o bebê no colo se a mamãe oferecer ou pedir alguma ajuda.

Lembre-se da mamãe também e leve um presentinho para ela. Pra Marcella levei um gloss com o recado “é só um presentinho pra vc lembrar de não se esquecer” (#coisas de mãe). Se o seu marido/namorado é amigo do papai, eles amam a tradição do charuto.

Visitas em casa são mais longas, as vezes o papo fica bom e a gente não sabe (ou não percebe) se tá na hora de amamentar ou da mamãe descansar, tomar um banho, etc. Algumas ajudas são muito válidas em todas as fases do bebê (a Angelina já tem mais de 1 ano e ainda preciso muito).

Exemplos: – olhar o bebê enquanto a mãe toma um banho tranquilo ou come alguma coisa, – levar uma comidinha pronta (um petisco, um bolo, etc), – lavar louça ou alguma peça de roupa do bebê.

Enfim, uma foto do Gabriel, que logo logo estará brincando com a Angelina 🙂

Parabéns Ma e Cacaco!!!! Todas as bençãos do mundo pra vcs!!!

De volta à sala de espera

Hoje foi dia de consulta com a dra. Valéria Dória (a ginecologista). Consulta anual de rotina, exames de sangue, ultra-som, papanicolau, etc.

Como eu já estava sabendo, foram duas horas sentada na sala de espera. Após esse tempo, ao entrar na sala da médica, o primeiro sorriso dela já mostra o motivo de tanta espera. E ela faz valer a pena. Foi assim na gravidez inteira.

Enfim, vamos ao motivo do post.

Duas horas na sala de espera e eu olhando as grávidas que ali estavam. Por um momento (e agora de novo, que estou escrevendo) meus olhos ficaram cheios ao lembrar dos meus dias ali, com a Angelina na barriga. Pude reviver cada consulta, cada expectativa, cada emoção e ansiedade. Lembro que todo dia de consulta eu acordava feliz por saber que iria “ver” a Angelina.

Quanto sentimento vivido ali naquela sala. E agora, outras grávidas estavam lá, vivendo isso tudo. Daqui a pouco elas estarão com uma criança correndo pra lá e pra cá e a Angelina vai estar cada dia maior.

Houve um dia que eu estava barriguda já e encontrei a amiga Cecília, que estava em uma consulta de rotina. Agora ela está por ali, vivendo a espera da sua Ana. Pena que hoje não nos encontramos.

Pensei também na Marcella, amiga queridíssima, que amanhã entra grávida e sai mãe da maternidade. É o Gabriel que está chegando. Liguei pra ela e ficamos um tempão no telefone trocando figurinhas. Foi muito bom.

Sinto saudades da Angelina aqui dentro. Sinto saudade dela bebezinho, amamentando, dormindo o dia inteiro. Todas as fases são boas e sinto saudades. E agora, mesmo com os bailes que ela me dá é uma delícia. E vou sentir saudades também