Espalhando a notícia

Depois de pegar o resultado do exame de sangue liguei pro Daniel, confesso que estava chorando, super emocionada e ele, percebeu claro, se emocionou tb. Obviamente que todos da loja perceberam e já ficaram sabendo.
A próxima etapa foi ligar pra Érika que era a única pessoa (além do Dani) que sabia da minha desconfiança. No próximo post explico melhor a minha história com a Érika.
Bom, aí era hora de contar pras famílias. Como teria que esperar o marido sair da loja, passei pelo centro e comprei babadores. De lá fomos direto para a casa dos meus pais.
Entreguei um pacotinho pro meu pai e um pra minha mãe, disse que era um presente que eles poderiam precisar. Eles abriram mas ainda custaram um pouco pra entender. Meu pai percebeu primeiro e já veio com um abraço. Minha mãe até agora acho que não acredita ainda, rsrsrs.
Em seguida fomos pro estúdio e entregamos o mesmo presentinho pro Evandro que também demorou pra cair a ficha, ms ficou supeeer feliz – esse com certeza será um tio babão.
Comprei também babadores para os avós e tia por parte do Dani, ms esse nasceu antes da hora mesmo, a ansiedade não deixou e no carro mesmo ele já ligou pra todo mundo. Aí foi aquele telefone sem fio, liga pra um, pra outro e outro.

No sábado (28/08) chegou a hora de contar para a Maria Eduarda. É minha primeira gravidez mas não a primeira criança na minha vida. A Maria é minha filha que veio no pacote do casamento🙂. Levei o Dani pra loja e fui buscá-la na casa da mãe dela onde elas moram com os avós maternos. Antes grifei o resultado no exame. Contei pra ela que eu tinha passado mal e o médico pediu um exame pra saber se tinha ou não um neném na minha barriga mas que eu queria a ajuda dela para ver o resultado. Ela abriu rapidamente o envelope, expliquei que a “moça” fez um risco de caneta e que se começasse com P era positivo, com N era negativo. Ela achou a tal palavra riscada e teve uma crise de riso “tem um P aqui (risos) tem um neném na sua barriga (mais risos). Beijou muito, abraçou e passou o dia fazendo segredo do pai até que contou pra ele mais tarde. Ela oscilou entre risos, manhas, artes, cuidados comigo, visitas a loja de roupa de bebês e escolha de nomes. Acho que vai ser assim durante os próximos meses.

Depois, na segunda, foi a hora de contar no trabalho. Contar para a outra Maria da minha vida (minha diretora) talvez tenha sido mais difícil do que contar para minha mãe se eu tivesse 15 anos, rsrsrs. Não por nada, mas uma gravidez assim, dá uma balançada nas estruturas organizacionais. Serão ausências para exames, etc… e depois longos 6 meses de licença-gestante. É um choque. Mas todos sobreviveremos e ficamos felizes do mesmo jeito🙂

Como a rádio-corredor do Ibilce é super eficiente, não demorou muito e já recebi muito carinho e muitos parabéns🙂

Depois disso tudo foi só colocar no twitter, orkut, facebook, msn, etc etc etc… já tá todo mundo sabendo. Reclamamos tanto quando se metem na nossa vida mas nessas horas ficamos tão bobos que queremos mais é gritar para o mundo tanta benção e felicidade!!!!

Logo abaixo, os babadores!!!!!

obrigada Marcelo Caetano e Ju Merengue pela foto

2 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Laís Helena
    set 02, 2010 @ 01:53:38

    Ká, juro que me emocionei com esse texto e fiquei imaginando o momento em que a Maria Eduarda reconheceu a letra “P”, deve ter sido um momento muito especial!! Achei fofoooo!! :))

    Responder

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