Alimentação na gravidez

Desde que soube da gravidez, imediatamente e instintivamente, cortei da alimentação refrigerantes, álcool, chocolate e café. Quando passei pela primeira consulta do pré-natal a dra. Clícia orientou evitar peixes e frutos do mar (pq tem iodo) e nem pensar em carne crua, inclusive a comida japonesa que amo tanto. Sem muitas complicações já que sou uma pessoa de hábitos razoavelmente saudáveis.

Nos últimos dias que estavam muito calor acabei não aceitando muita comida, arroz e feijão nem pensar. Gosto muito de saladas e isso desce bem, de resto quase nada.

Hoje é domingo, amanheceu uma chuva deliciosa, minha casa de ponta-cabeça pq trabalhei ontem até de madrugada e corri o dia todo resolvendo coisas do casamento e amanhã cedo vou trabalhar e já tenho que levar a mala para (vivaaaaa) 3 dias num evento da faculdade que será num delicioso hotel-fazenda em Águas de Lindóia. Apesar de ser a trabalho, de ter responsabilidades com apresentação do meu projeto, terei café-da-manhã, almoço, janta, coffes, tudo na mãozinha, sempre precisar cozinhar nem lavar louça.

Enfim, com toda essa bagunça e mala pra arrumar (antes passar as roupas pra levar) o domingo de chuva e o cansaço de sábado só me permitiram ficar minhocando da cama pro sofá e do sofá pro colchão que marido colocou na sala. Maria Eduarda, Daniel e eu ficamos o dia inteiro dentro de casa sem nem olhar pra rua.

E o que minha alimentação saudável tem a ver com isso????? TUDO… o dia hoje foi de café da manhã de pão com nutela, sorvete no lugar do almoço, melancia no meio da tarde e foundue de chocolate no lugar da janta. Pronto, confessei.

Agora estou aqui, feliz e satisfeita. Tomei um yakult, um copo d’água e vou dormir.  Já coloquei o celular pra 5h da madruga pra arrumar bagunças e malas. Prometo que no hotel vou abusar das frutas e saladas.

Beijos pra todos, bom resto de domingo e boa semana já que dificilmente passarei por aqui!!!

o lado B

Todo lugar que se lê sobre gravidez vemos as maravilhas, as emoções, etc, etc etc… tenho amigas que já são mães e falam todas essas maravilhas, as delícias de ver o filho nascendo, a emoção de saber o que é um amor de verdade massssss que não passariam por outra gravidez. Outras pessoas que tem mais de um filho já me disseram que a gente esquece e por isso encara tudo de novo.

Como esse blog é meu ponto de desabafo, sinceridades e ajuda para as desesperadas como eu, vou ser muito sincera. Essa fase da gravidez tem de bom a sensação de saber que há uma pessoinha aqui dentro que vai ser a coisa mais importante da minha vida… de resto, to péssima.

São muitos incomodos, muito sono, muita indisposição e eu muito, mas muuuuito devagar (quem me conhece sabe que sou a aceleração em pessoa e isso tá me matando).

Para terem idéia de um pedacinho da minha vida louca… sábado agora (dia 25) vou trabalhar no casamento da Carol e do Fábio. Segunda (27) viajo pra Águas de Lindóia e fico 3 dias num evento da Unesp (evento esse que vou participar apresentando meu trabalho que foi selecionado). No outro sábado (2/10) tenho casamento da Vivian e do Daniel em Buritama, dessa vez como convidada. E no domingo marido viaja pra São Paulo e fica 15 dias lá a trabalho. Ou seja, são mil coisas pra programar, malas pra fazer e desfazer, roupas pra organizar.

Com isso tudo ontem tirei o dia pra colocar a casa em ordem (que a dona Conceição, minha amada faxineira e anjo, está de molho por uma cirurgia na mão).  Perguntem se coloquei a casa em ordem!!! NÃO… mal dei conta de dar uma organizada nos cômodos. Pra minha sorte marido um dia antes tinha limpado toda a cozinha, ms ainda ficaram os banheiros e toda a roupa que preciso lavar, passar e organizar antes de pensar nas malas. E isso tudo eu teria feito numa noite, sem nem precisar faltar do trabalho se eu tivesse no meu ritmo normal.

O calor tá de matar tb, acho que isso ajuda atrapalhar tudo. Também não estou conseguindo comer direito, só tenho vontade de salada, fruta, leite e sorvete. Arroz e feijão neeeem pensar. Carne talvez um pouco e as vezes.

A relação marido-e-mulher fica altamente comprometida com esse sono e irritação, o marido tenta ser compreensivo mas eu sei que é muito difícil. Eu sempre tinha medo de ficar grávida e o peso da barriga me atrapalhar, mas to achando que, mesmo com peso, se eu nao tiver todo esse sono e indisposição, a coisa vai melhorar.

Toda essa sensação se mistura ao medo de meu babyzinho se sentir rejeitado, e não está nem perto disso, mas cabeça de mulher-grávida é mais louca que cabeça de mulher na tpm.

Enfim, é isso… hoje é sexta-feira e precisei desabafar.

Beijo e bom fds pra vcs…

Pensando em nomes

É muito estranho escolher o nome de alguém que nem sabemos como será o rosto. Imaginar também que essa pessoa carregará o nome que escolhermos pelo resto da vida também traz a sensação de uma responsabilidade imensa (além de todas as outras).
Quando conheci o Daniel ele me disse que tinha uma filha e o nome dela era Maria Eduarda. Depois conheci a filha e o resto da família, na casa deles vi que todos chamavam de “Duda” e percebi que quando ele conversava com a Camila (a mãe da Maria Eduarda) ele falava “Maria”.
Com o tempo entendi que a família por parte da mãe dela chama de Maria ou Maria Eduarda, como é o nome. Essa coisa de Duda, Dudu, Dudinha, Madu era coisa da família dele. O tempo passou, ela cresceu e entrou na escola. Lá ela era chamada por Maria, que é o nome dela. E nessa fase ela começou a entender e ela mesma pedir que as pessoas a chamassem assim. Eu já tinha perdido o costume de Duda antes pq nunca gostei, e quando vi que a mãe chamava de Maria passei a falar só assim (e minha família acompanhou). Teve um dia que alguém chamou-a de Duda e ela fechou o rosto e disse “meu nome é Maria”, a partir de então tento corrigir as pessoas pra evitar que ela faça isso de novo, mas é difícil acabar com hábitos.
Por essa razão e por diversas outras estamos em um dilema com o nome. Sei que a maneira como os pais chamam a criança é que faz as outras pessoas se habituarem, mas muitos nomes sugerem apelidos muito fáceis e eu sinceramente não gosto. O meu nome por exemplo, é muito fácil chamar de Ká. Gosto, acho carinhoso, mas isso por parte da minha família e amigos. Vendedora de loja ou qualquer outra pessoa que eu acabei de conhecer me chamar de Ká acho o fim.
Então essa questão – nome que não permita apelido, tem sido de grande relevância na hora das nossas escolhas.
Os nomes que pensamos até agora foram:

Nomes de menino:
Miguel – é a primeira escolha do pai e da Maria (ela era apaixonada pelo Miguel da novela, gêmeo do Jorge. Jorge ela não gosta porque o Miguel é mais bonito).
Felipe – é o nome de uma pessoa muito importante da minha família, eu gosto mas o marido não. E existe uma fama de que os Felipes são terríveis.
Francisco – além de ser um nome muito bonito, nome do santo protetor dos animais, é também o nome do meu avô paterno, que nem conheci. Mas dá medo de virar Chico.
José – é o nome do meu pai e do meu sogro. Pensamos em José Eduardo, que acompanharia o nome da Maria, mas com certeza vira Dudu ou Edu e o nome tão bonito que escolhemos perde a graça.

Nomes de menina:
Valentina: a primeira opção do pai, eu gosto também e sempre tive uma queda pelo nome. Mas agora, pensando num bebezinho, pequena, delicada, acho que não combina, sei lá. Parece um nome pesado, forte demais pra um bebê (pra minha pelo menos to sentindo isso).
Isadora: é a escolha da Maria Eduarda, mas já descartei pra não correr o risco de ter uma Isa ou uma Dorinha.
Manuela – é o nome de uma tia minha com quem sonhei muito poucos dias antes de saber da gravidez. Sempre gostei do nome, o marido não gosta muito e tem o fato de virar Manu.
Elis – foi a última idéia do pai e a que mais me agradou. É o nome de uma grande cantora e é um pedacinho do nome da minha mãe – Elizete. Não tem mais o que abreviar né, eu acho pelo menos.

Enfim, estamos cheios de dúvidas ainda. Penso que o nome vamos definir mesmo quando olhar pro rostinho, sentir.

Ah, lembrei outra coisa… como boa noveleira que a Maria é, anda dizendo que se for menina tem que ser Jaqueline e se for menino, acreditem, Jacques Leclair, rsrsr…
Beijinhos que é melhor parar por aqui!!! Está aberta a votação, hehehe…

é Ele ou Ela?

No último post prometi que falaria sobre a sensação quanto a saber o sexo do bebê. Meus pais optaram por não saber nem quando minha mãe ficou grávida de mim nem do meu irmão. Eu sempre tive a convicção de que não iria querer saber, ms tudo mudou e depois do Daniel e da Maria, eu dizia que iria saber por causa deles (principalmente por ela).
Logo depois que a Érika soube que estava grávida ela me disse que eu mudaria de idéia, que existe um medo de rejeição, de preferência, uma insegurança por parte da mãe. E assim foi.
Primeiro vou falar sobre quem está em volta. O Daniel não fala nada agora, ms antes ele sempre falava de menina. A Maria fala que prefere um menino, ms se for menina não tem “pobema”, eu acho que é medo da concorrência. Outro dia minha mãe disse “minha neta”. E meu irmão disse “o moleque”. Eu falei pra eles tirarem no palitinho pq só tem um. Por parte da família do Daniel há uma preferência por menino porque do lado de lá a maioria é menina. O Marcelo acha que a chance é grande de ser menina porque o Daniel já fez a Maria. E a Silvia Panza, que trabalha comigo, afirma que serão duas meninas, uma minha e uma da Érika.
Quanto a mim, como mãe:
Menina é mais delicada, as roupinhas são cheias de detalhes, posso levar pra fazer balé, ginástica olímpica, fazer lacinhos no cabelo, ter companhia (a Maria Eduarda é minha maior companheira, seja pra ficar em casa, pra olhar vitrine, pra conversar, ver tv, brincar, pra tudo mesmo).
Menino é mais independente, mais faceiro, mais engraçado, as roupas são miniaturas de roupas de homens, acho um charme. São mais companheiros do pai, mas são mais apaixonados pela mãe.
O mundo é machista, isso não se nega, e educar um menino pra vida talvez seja menos difícil que educar uma menina. Por outro lado, meninas são mais calmas. Tenho esses medos.
Quando vou conversar com esse alguém que tá aqui dentro chamo de bebê e não gosto desses pensamentos, dessas preferências, dessas ponderações. Não tenho opção de colocar todas as dúvidas na balança e escolher. Seja o que for, já é, já está aqui. E é por isso que agora mudei de idéia e quero sim saber o que é.
Preferência eu não tenho. Já temos a Maria que é uma delícia. Se vier outra menina, já sei que é bom. Se for um menino, vai ser ótimo ficar com um de cada igual é na minha casa e na casa do Daniel (ele só tem uma irmã).
É isso, agora tenho que esperar o tempo certo pra saber. E quem sabe esse tempo é só a criança porque a porcariazinha que tá na barriga da Érika ontem fez charme e não mostrou o que tem no meio das pernocas. Aguardem cenas dos próximos capítulos, rsrsrss.
Beijão e bom fds!!!!!

O ultrassom oficial

Depois de repetir 3 vezes o ultrassom, finalmente pudemos ver o bebezinho se formando, medir, contar as semanas e escutar os batimentos.

Abaixo está o video que, infelizmente, não tem som… a emoção de ouvir os batimentos é única e indescritível.

Mulher grávida escuta muita coisa boa, muitos parabéns e muita gente legal se aproxima. Só que escuta também, e bastante, muita coisa ruim, histórias tristes, desencorajamentos, tem que abstrair tudo. Na véspera desse ultrassom eu tinha escutado uma história triste que envolvia os batimentos e foi uma alegria dobrada saber que o coraçãozinho do meu bebê está ótimo, super acelerado que nem a mãe, :p

Traduzindo essa imagem estranha, pudemos ver que ele (ou ela) tinha nessa data 6 semanas e 3 dias, 6milímetros e 125 batimentos/minuto.

Falando em “ele ou ela”, no próximo post vou falar sobre a sensação com relação ao sexo do bebê, é outra coisa estranha na gravidez, quem não passou por isso, vai se preparando.

Lá vai o vídeo, obrigada mais uma vez pro meu irmãozinho tio coruja (que já queria saber se tem pipi) por ter arrumado o video pra postar.

A primeira consulta

Ontem tive a primeira consulta do pré-natal com a dra. Clícia, na clínica Vivendas (equipe Dra. Valéria Dória). Confesso que foi meio decepcionante. Os médicos estão super acostumados com isso, ms é a minha primeira gravidez e não é tudo muito natural pra mim como é pra eles.

Enfim, ganhei minha carteirinha de pré-natal e com ela terei direito a lugar preferencial em filas, bancos, etc… (adorei essa parte). Também fiquei com a agenda repleta de consultas, a princípio é 1 por mês, depois quinzenal, depois semanal. Eu achava que grávida iria ao médico todo dia, afinal de contas, eu preciso de muita atenção e cuidados. :p

Fiquei sabendo que tenho de evitar peixes e frutos do mar porque tem muito iodo. E aquela comida japonesa que eu adoro também não posso, nada de carne crua e pra consumir pouco shoyo.

Muita fruta e verdura, nada de café, chocolate e refrigerante, isso eu já estava fazendo.

De resto tudo bem… tenho que esperar o ultrassom de segunda-feira para finalmente saber o tempo exato da gestação que não dá pra saber pela menstruação que é muito irregular.

É isso, to achando tudo muito devagar por enquanto mas acho que deve ser assim pra eu me preparar para muita agitação, afinal de contas, se meu bebê tiver meu ritmo, to perdida, rsrsrsrs.

Beijinhos pra todos e obrigada pelo carinho sempre!!!!

Instintos

No dia que peguei o exame, saí do laboratório e fui pro centro da cidade esperar o marido e comprar os babadores como já contei. Deixei o carro um pouco longe e tinha que subir a rua. Quem me conhece sabe o tanto que sou espivitada e acelerada. Sem perceber, desci do carro e fui subindo a rua calmamente, andando devagar.
Outro dia me peguei com a mão na barriga quando fui atravessar uma rua movimentada. Sempre achei esquisito esse negócio de grávida com a mão na barriga o tempo todo, olhando de fora parece até ridículo ou que a mulher quer mostrar pra todo mundo que tá grávida. Percebi que é um instinto de proteção.
Assim como andei devagar porque agora calculo todos os meus movimentos já que tenho um bebê pra proteger, a mão na barriga quando vou atravessar a rua ou quando vou fazer um movimento extra é para proteção também, como quando seguramos a mão da criança pra atravessar. Não está doendo, não está pesado e não teria motivo nenhum pra ficar segurando a barriga. Mas dentro de mim, sei que só eu posso protegê-lo(a) e preciso fazer isso, mesmo que eu não perceba.
É isso, boa semana pra todos. Beijinhos 🙂

O segundo ultrassom

Ontem (6/9) foi o dia do segundo ultrassom. Estava naquela expectativa pela possibilidade de serem dois bebês. Porém, só uma manchinha apareceu dessa vez. Já houve uma evolução, tudo está normal, graças a Deus.

Fiquei feliz porque a segunda manchinha provavelmente era sangue e esse foi absorvido pelo próprio organismo, não tive nenhum sangramento.

Quanto à questão “gemêos” foi um misto de alívio e decepção. Minha mãe é gêmea (a irmã dela não sobreviveu, mas as duas nasceram), então era possível que eu engravidasse de gêmeos assim como minha avó. É um medo grande, é um desejo, um sonho, uma comodidade se pensar que não precisaria passar pela gravidez duas vezes (já não sou tão novinha assim né),  é tudo muito confuso.

A princípio pensei em não divulgar a informação de que poderiam ser dois, mas como o objetivo é compartilhar os sentimentos e experiências da gravidez, resolvi escrever tudo mesmo.

Continuamos imensamente felizes e acreditando cada vez mais que os nossos planos nem sempre são os planos de Deus. Esse bebê tem um significado e uma missão muito importante em nossas vidas e isso é o que mais importa, ele veio como e quando Deus nos enviou, sem tratamento, sem planejamentos e sem evitar também 🙂

Beijos pra todos e bom final de feriado!!!!

O primeiro ultrassom

Quando eu soube da gravidez tinha agendada uma viagem para São Paulo que seria na terça-feira (dia 28). Na segunda logo cedo liguei pra médica e perguntei se eu poderia viajar, ela disse que precisaria ver um ultrassom primeiro. Então, meu primeiro ultrassom (acho que como quase tudo na minha vida) não foi nada planejado nem tive tempo de programar muita coisa. Fui lá, pedi pra encaixar um horário e fiz. O marido queria muito ter ido no primeiro ms foi super correria mesmo.

Enfim, o resultado foi bom, gravidez tranquila, porém não daria para saber de quanto tempo exato. A única informação é que seriam menos de 5 semanas já que só dava pra ver o saco gestacional.

Ela mostrou essa machinha e explicou o que era. Confesso que foi a manchinha preta num monitor esquisito mais linda que já vi na vida.

O detalhe é que logo depois ela “andou” mais um pouco com o aparelho e viu uma outra manchinha e essa gerou dúvida: pode ser um pouco de sangue que tenha ficado ali ou pode ser outro saco gestacional, ou seja: outro bebê!!!!

Então a médica recomendou cancelar a viagem, se for sangue pode sair e vou me assustar, se for outro bebê a situação é mais delicada. Optei por cancelar a viagem (que era pra SP, minha cidade preferida), hoje minhas prioridades são outras né. Ou seja, nem sou mãe direito ainda e já faço as vontades do bebê (ou bebês), rsrsrs…

Então esse é o detalhe que me deixou torcendo pra semana passar rápido. Na próxima segunda tenho outro ultrassom onde poderemos ver exatamente o que está acontecendo.

Encontrei no google uma imagem bem parecida com a que eu vi e compartilho com vocês.

Bom fds pra todos!!!! Assim que tiver novidade conto tudo! Fiquem torcendo 🙂

imagem do google, não é o meu, mas é parecido!

Desejos e sintomas

Olá. A pedido da amiga @grazycampos vou falar sobre desejos de grávida.

Na verdade não tive ainda esses tais desejos incontroláveis que fazem o marido levantar no meio da madrugada. Mas tenho vontades. E adoro esse medo geral de que mulher grávida não pode ficar com vontade de nada.

Domingo quis sorvete por quilo, pegar tudo o que tivesse direito e cobrir com aquelas melecas todas… lá fomos nós, Maria, Dani, eu e mais alguém aqui dentro.

Na terça fiquei com vontade de lula frita que tinha no congelador. O marido chegou do trabalho e fez pra mim, depois pedi morango, ele lavou e me deu na mão.

Na quarta a Grazy twittou sobre um sonho de doce-de-leite, me deu água na boca. Passei na padaria e não tinha, troquei por um bombocado, minha vontade é altamente substituível. Poréeeem, marido passou em outra padaria e achou o sonho de creme, trouxe um monte que eu comi antes da janta. Pra compensar trouxe bolo recheado de doce-de-leite, rsrsrsrs.

Hoje vi a Mônica comendo pingo d’ouro e pedi pra ela, fiquei com vontade meeeeeesmo.

Por aí vai, na verdade acho que essas vontades estão relacionadas a sentimentos e carências que ficam super afloradas. Sinto-me extremamente sensível e o inconsciente, sabendo que serei atendida, pede alguma coisa. Acho que é isso.

Quanto aos sintomas, não são muitos, mas meu corpo indica o tempo todo que tem algo acontecendo. Muita fome e sede, salivação, gases (sim, PUM mesmo, vários… tenho que levantar e ir lá pra pracinha onde não tem ninguém várias vezes por dia), os seios muito grandes e doloridos (já troquei soutien por tops, estou aceitando doações, rsrsrs), dores de cabeça e cólicas leves tipo menstruação (é o útero se acomodando). E muita, mas muuuuita choradeira, uma palavra torta é motivo pra uma tempestade, é tipo uma TPM em estágio super-ultra-mega-blaster-advanced.

Bom, é isso… beijocas pra todos que já tá na hora de almoçar.

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