Bom Jesus dos Castores

A história de Senhor Bom Jesus dos Castores começou por volta de 1900, quando o dono da fazenda onde fica o santuário, Tomé Correia de Paiva, teve visões da imagem do Senhor Bom Jesus envolta por luz.

Na mesma época, uma imagem de madeira do Senhor Bom Jesus foi encontrada no córrego Castores.  Com isso, Tomé entendeu que era um sinal de Deus e a população começou a fazer novenas e construir uma pequena capela. Em 1909, começou oficialmente a peregrinação até Bom Jesus dos Castores. Depois de 93 anos recebendo romeiros, a capela foi elevada a santuário e recebe atualmente a visita de 40 mil fiéis todo dia 6 de agosto.”
Fonte: http://www.redebomdia.com.br

Todo ano escutava as pessoas falando que foram fazer a caminhada para Castores e sempre tive grande vontade e curiosidade para participar. O fato é que sempre eu ficava sabendo depois da data. Em 2010 a Milene trabalhava comigo e comentou que iria fazer a caminhada. Pronto, fiquei sabendo a tempo de me programar. Lá fomos.
Acordei as 3h da madrugada e fui até Talhados de onde era a saída programada. Saímos as 4h e caminhamos por quase 3horas por estradas de terra até chegar em Castores. Um caminho diferente do tradicional realizado pela BR153, porém com a mesma fé e disposição.
No meio da manhã chegamos no trabalho e foi um dia bem longo, cansativo e com paz no coração.
Alguns dias depois da caminhada tive um sonho muito real, talvez tenha sido uma visão ou um desejo, não consigo definir. Nos meus sonhos pude ver claramente a porta da Igrejinha onde eu tinha chegado após a caminhada. E ali, na escada, estava o meu marido e a minha mãe que segurava uma bebezinha no colo.
Nessa época eu estava esperando para iniciar um tratamento com indutor de ovulação já que estávamos tentando e nada. Clique aqui para relembrar essa parte da história.

E por volta de três semanas depois dessa caminhada eu descobri que estava grávida. Mais um tempo depois: uma menininha.

Angelina nasceu em maio do ano seguinte e, claro, eu deveria fazer novamente a caminhada em agradecimento. Dessa vez fui com a Ivanna pelo caminho da BR153, um pouco mais longo que o do ano anterior. Senti muito mais cansaço e, quando estávamos chegando lá, me dei conta que eu tinha feito uma cesárea 3 meses antes e não perguntei para a médica se eu poderia fazer esse esforço todo. Mas consegui, cheguei lá e agradeci muito. Era meia noite quando cheguei. Por estar muito frio o Dan foi sozinho me buscar.

Em 2012 levei a Angelina de carro e, agora em 2013, fomos novamente. Não consegui me organizar para fazer a caminhada porém, ao chegar de carro no final da tarde vimos que estava começando a procissão. Angelina ficou encantada e quando viu as pessoas andando e cantando já puxou a minha mãe para o meio “vamos vovózinha”. E ela caminhou por 2km sem reclamar, sem pedir colo e tentando cantar junto com o povo que lá estava.

Isso tudo só me mostra que a cada ano tenho mais e mais motivos para agradecer. Angelina é muito abençoada, um presente do Bom Jesus para todos nós.🙂

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o Desfraldamento

Olá Mamães. Olha eu aqui de volta falando sobre assuntos de uma mãe aflita.
Ontem fui até a escola da Angelina para falar sobre o desfraldamento. Lá esse processo começa pouco antes da criança por volta dos 2 anos, de acordo com o andamento da turminha.
Na sala da Angelina só ela e outra amiguinha (a Anna Beatriz) que fazem aniversário em maio ainda não tinham começado.
Então, hoje foi o dia inicial do desfraldamento.
Ela ganhou da Maria Eduarda um troninho. É uma cadeirinha simples, com o buraquinho, bem segura. Porém ela ficou com medo. Usa como cadeirinha pra brincar mas nunca aceitou a idéia de sentar ali sem roupa.
Levei na loja pra ela escolher um troninho de sua preferência. Tinha rosa, verde, lilás, vermelho, de urso, de sapo, amarelinho, musical. Ela olhava e chorava. Respeitei.
Comprei um assento redutor de vaso sanitário, que ela chama de “xixeira”. Esse deu mais certo. Quando começou perceber os amigos indo ao banheiro ela foi pedindo em casa. Deixo bem a vontade, normalmente pergunto se ela quer fazer xixi no vaso de manhã e nos finais de semana que estou com tempo de sentar no chão e ficar ali, batento um papo. Funciona bem com tempo e paciência.
Agora a coisa mudou um pouco porque entramos no processo oficial de desfraldamento.
Funciona assim: ela dorme de fralda, sai da cama e usa o vaso, coloca uma fralda limpa durante o caminho até a escola, na escola a professora tira a fralda e deixa sem até na hora de sair.
Resumindo, ela só pode usar fralda na cama e no carro.
Durante esse período sem fralda ela vai aprender a pedir, mas até lá faz na roupa. Mandei 8 trocas pra escola hoje, sandália reserva, toalha de banho.
Na hora do almoço peguei o primeiro saquinho de roupa suja. Até aí estava tudo bem, eu conversando com ela, explicando.
Maaaassss… como boa mãe coruja e aflita, quando cheguei em casa, abri o saquinho de roupas e vi ali 3 trocas de roupa molhadas de xixi e uma calcinha suja de cocô foi tão triste. Fiquei morrendo de dó dela, pensando em como ela estaria se sentindo nesse momento de novidade.
Talvez ela nem tenha se importando tanto porque acontece com os amigos também, mas que eu fiquei com dor no coração, ah eu fiquei!
No carro expliquei que ela pode pedir pra professora quando quiser ir ao banheiro. Ela chorou e disse “Não quelo faze xixi vaso, é dulo. Quelo mia faldinha”. E a mãe sofre mais ainda.
Mais uma etapa a aprender, a cumprir, a superar e a vencer. E mais um desafio pra ela e pra mim.
🙂

desfraldamento

Escolinha

Olá queridas mamães e amigas. Estou sumida né. É tanta coisa, tanta correria. Não quero abandonar o blog mas quando vejo o tempo já passou.

Hoje vou falar da Escolinha outra vez. Quando começou falei aqui da (difícil) adaptação.

Um ano se passou e voltamos, depois das férias, para a Angelina começar no Grupo II. Ah, como a mamãe sofreu nessa primeira semana. No grupo II não tem mamadeira, nem chupeta, nem babador. Eles recebem ensinamentos para comer sozinhos, fazer xixi no banheiro. Se antes eu mandava 6 fraldas na bolsa, agora 2 são o suficiente e a bolsa de bebê foi substituída por uma mochila de rodinhas. Perceber que meu bebê já é uma criança pequena foi tão difícil.

Mas vamos voltar ao assunto “escola”. Muitas mães falam comigo sobre as dificuldades quando vão voltar ao trabalho e precisam deixar seus bebês nas mãos de estranhos. É difícil mesmo, porém, acredito ser uma ótima opção para a criança. Óbvio que a mãe tem que procurar uma escola/creche em que confie.

Na noite anterior ao primeiro dia de aula (pós-férias) falei pra Angelina que no dia seguinte teria escolinha. Acho que ela foi dormir pensando nisso – acordou cedo, pediu pra vestir o uniforme e foi toda feliz e sorridente. Ela está muito adaptada e interessada em tudo. Agora está aprendendo contar mais as coisas, fala o nome dos amigos, quase todo dia traz um desenho que ela pintou e mostra como se fosse um troféu (e é!!!).

No portão ela dá beijo na mamãe, entra sorrindo e falando “oi” pros colegas e tias. Ela tem amigos, os reconhece fora da escola, pergunta por eles no final de semana. É muito gratificante vê-la feliz e envolvida.

Abaixo algumas fotos com alguns momentos dessa história tão gostosa e divertida.

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Desenhando na Mostra Cultural🙂

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Na festa do final do ano

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Festa Junina

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Aprendendo a cuidar da natureza

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O primeiro “boletim”

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🙂

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Com a irmã, em casa, feliz🙂

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Chegando na escola que tanto ama🙂

é o dente…

Toda mãe escuta, e muito, essa afirmação: “é o dente”. Chega a irritar. Por qualquer chorinho, é o dente. Se põe a mão na boca “tá coçando o dente”. Passei por isso.

Porém, quando o dente chega de verdade, ele causa um estrago. E a mãe sabe quando a afirmação é verdade.

Médicos dizem que não é. O pediatra da Angelina diz que “dente pode dar uma febrinha e só”.

Angelina já tem os dentes da frente, alguns do fundo e, a cada vez que surgiram, percebi sintomas diferentes. Febre, muita irritação, salivação, o dedo na boca e diarréia. Faz umas duas semanas ela teve assaduras. Teve febre por 4 dias de mais de 38º sem qualquer outro sintoma. Fez exame de sangue, de urina e o médico chegou à conclusão que era uma virose. (haaaa… jura??? tudo é virose).

Ontem tivemos um aniversário e ela estava muito irritada. Tanto que fui embora antes do bolo. Em casa chorou muito e colocava o dedo na boca. A gengiva bem inchada, uma novela.

A noite foi tranquila mas hoje pela manhã chorou muito de novo.

Na hora do almoço, do nada, apareceu uma “coisa” na boca dela. Fiquei apavorada e corri pra emergência por medo de ser uma alergia forte.

O médico olhou, pediu pra deitá-la, ergueu a gengiva dela e afirmou “é o dente”.

A acidez da saliva queimou a boca dela. Simples assim.

A função do post de hoje é de utilidade pública (sugestão da Érika que tá com a Luiza toda assada). Nossas avós e mães estão certas. Dentes são enlouquecedores, o processo é complicado e cada criança pode ter uma reação diferente. Vamos ao que pode acontecer (por aqui já aconteceu de tudo):

– febre

– diarréia

– assadura (também por causa da acidez)

– insônia  irritação

– perda de apetite
O que fazer? Primeiro manter a calma, a criança vai gritar. Muito carinho e colinho ajuda acalmar.

O médico de hoje orientou dissolver 1 colher (café) de bicarbonato de sódio em 1 xícara de água e limpar por dentro da boca com uma gase ou fraldinha.

Indicou também pomada Mud oral para a boca e Mud creme para assaduras. É uma pomada específica para essa acidez.

E abaixo uma foto de como ficou a boca da Angelina.

De quem é a kafta???

Vida de família de fotógrafo é bem tumultuada. O papai sai de casa cedo e chega a noite; e nos finais de semana também está sempre trabalhando. São poucas as oportunidades que temos para fazer um programa em família , os quatro juntos.
Sexta-feira, felizmente, foi um desses dias. O papai foi fotografar o espetáculo Peter Pan e levar as meninas para passear. Chegamos ao teatro, tudo bem. Maria se encantou com os atores voando e Angelina não deu um piu sequer – por alguns momentos eu olhava para ver se ela estava dormindo e os olhos estavam muito abertos assistindo tudo.

(Encontramos a Gisela por lá, demos carona até a casa dela. Foi tudo bem no carro, distraindo poucas manhas com brincadeiras e conversas).

Antes de ir pra casa decidimos parar no espetinho que tem ali perto.
Papai pediu seus espetos e uma cerveja. Mamãe idem. Pedimos suco pras crianças, mandioca, vinagrete, etc.
A Angelina toda serelepe abrindo um bocão pra comer (ela é boa de garfo) e a Maria, tranquila, comendo uma kafta.
Até o momento que a Maria resolveu colocar a kafta na boca da Angelina pra ela dar uma mordida. Ela, obviamente, gostou e quis mais. E depois mais. Até que quis segurar o espetinho e não devolveu.
O papai então, muito rápido, pediu outra kafta novinha e quentinha pra Maria. Só que ela nao quis.
Não vou comer uma inteira“.
O papai, com paciência, cortou a metade da kafta pras duas ficarem do mesmo tamanho e deu pra Maria – que já estava com os olhos cheios de lágrimas.
Quero a minha“.
Tentamos trocar com a Angelina que continuava segurando seu espetinho com força e mordendo a kafta.
Numa distração da Angelina, a Maria ficou com os dois espetinhos nas mãos. Misturava os dois e tentava dar o novo pra Angelina que só chacoalhava a cabeça “não, nãaaao“.
E, numa distração da Maria, a Angelina grudou os dois espetinhos. Uma kafta e cada mão, intercalando as mordidas.
Eu pedia e ela gritava “é miiiii” (= é minha).
Nisso o pai, que já tinha perdido a paciência, olha pra mim e diz “você é mãe, resolve“.
Continuei tentando mas era impossível.
Por sugestão do pai acabei indo pra casa a pé com a Angelina e as duas kaftas. O Dan e a Maria ficaram por lá até terminarem de comer.
Em casa a Dory olhava alucinada pras kaftas e a Angelina continuava intercalando as mordidas e, quando percebia o olho grande da gata, gritava: “é miiii“.
Ela comeu a primeira kafta inteira e deixou só um pedaço da outra.

No dia seguinte o papai foi trabalhar logo cedo. Eu tinha muita roupa pra lavar e as duas dentro do apartamento. Optei por deixá-las sozinhas numa tentativa de “são crianças, que se entendam“. Acho que funcionou melhor. Brincaram o dia inteiro com poucas discussões.

Tenho muitas dúvidas sobre como agir. O Dan acha que a Maria está errada porque ela é grande e tem que ceder sempre. Eu tento amenizar tudo, acho que a Maria já “perdeu” muita coisa com a chegada da irmã.
Tudo que a Maria pega a Angelina quer. A Maria dá, pega outra coisa e, imediatamente, a Angelina quer a outra coisa. E isso se repete com 2, 3, 5, 10 brinquedos. A Angelina só quer o que está na mão da Maria.
Por outro lado, a Maria provoca. Pega aquilo que ela sabe que a Angelina não quer que pegue e começa a gritaria do “é miiii“.

O que é mais fácil resolver: a pirracenta ou a birrenta???

A primeira visita à sala da diretora

E na sexta-feira, ao buscar a Angelina na escolinha, a Diretora veio me relatar o que aconteceu naquela tarde.
Na hora da janta ela caiu da cadeira. Caiu, levantou e tudo bem. Nem machucou. Ela fez aquele chorinho e as ‘tias’ correram pegá-la pra ver se teria acontecido alguma coisa.
Pronto, bastou: ela chorou, chorou, chorou. Gritou, colocou a mão na cabeça. Fez O drama.
A partir de então não quis comer mais… e chorou, chorou, chorou. Empurrou a fruta e tudo mais.
Então foi necessário levá-la pra sentar sozinha na sala da diretora e se acalmar.
Dá pra imaginar?!

Falta de tempo?

Olá!!! Estou sumida né. Confesso que não é falta de tempo, é excesso de preguiça. Gosto tanto de escrever aqui e faço isso tão rapidinho, não deveria abandonar tanto.
E falando em excesso de preguiça, essa semana consegui resolver uma pendência na minha vida – a atividade física.
Quem mora em Rio Preto sabe que a avenida Philadelpho Gouveia Neto virou um belo parque para caminhada, corrida, etc. E isso tudo a pouco mais de 50 metros da minha casa.
Chego em casa perto de 18horas e fico por ali com a Angelina, vendo tv, brincando. Nada em casa rende porque ela não deixa. Se vou lavar louça ou fazer algo para comer ela gruda nas minhas pernas e pede “có” (colo). Sabe aquela criança que fica sentada no chão brincando com panelas e tampas??? Pois é, eu não sei. A Angelina não fixa em nada, a mamãe tem que estar junto o tempo todo.
Então resolvi aproveitar esse tempo. Angelina no carrinho, uma mamadeira de água e um pacote de “bi” (biscoito ou bolacha) e lá vamos nós para a caminhada. Dou uma ou duas voltas (conforme a disposição dela) e, no final, deixo-a andar e brincar um pouco.
O difícil está sendo voltar pra casa porque ela sobe a rua berrando… parece que tá indo pro castigo. Não quer voltar pra casa por nada. Mas depois ela esquece (que bom!).
Em casa a coloco no chão do banheiro e tomo banho com ela brincando nos meus pés. Dou o banho nela por ali mesmo e com isso já chega o horário dela nanar (e dorme a noite inteira).
Comecei a experiência na segunda-feira, só não fomos um dia porque choveu (e hoje tá chovendo de novo), mas espero não perder esse ritmo porque está sendo muito bom pras duas.
Beijinhos e bom fim de semana🙂

A primeira visita ao dentista

Hoje o assunto não é dos melhores. Na vedade seria se tivesse sido apenas a primeira visita. Os dentistas recomendam que leve o bebê ao dentista após nascerem os quatro primeiros dentinhos. Confesso que fui deixando, deixando e não levei logo. Essa visita é para limpeza, orientação e prevenção. Claro que é muito melhor prevenir do que encarar o mais temido dos barulhinhos.
Enfim, essa semana precisei levar a Angelina urgente, urgentíssimo pela primeira vez ao dentista.
Ela caiu na escola (correndo) e bateu a boca no chão. Cortou o lábio inferior e quebrou um pedacinho do dente. O problema desses tombinhos é afetar a raiz do dente, por isso é importante levar bem rápido.
Graças a Deus só quebrou a pontinha e foi necessáiro lixar para não ficar “cortante”.
Pronto, tudo muito simples. (oi?!)
A odontopediatra tem todo equipamento preparado para atender um bebê, cadeira própria, onde a criança fica sem apoiar as pernas e não consegue levantar, brinquedos e bastante paciência.
Seria assim se estivéssemos falando de uma criança, mas a Angelina… aaaah, a Angelina. Ela se transformou num touro bravo misturado com uma onça selvagem. A tal cadeira que a criança não consegue levantar não deu nem graça, a dentista ficou impressionada com a força dela, levantava em segundos, sem apoio nenhum… uma força de abdomem de fazer inveja à qualquer trapezista ou bailarina.
Ela mordeu o dedo da dentista, cuspiu na hora da limpeza e gritou tanto, mas tanto, que quando saí de dentro do consultório, as duas salas de esperam estavam lotadas de adultos e crianças sentados, imóveis, em silêncio e brancos.
Deu dó, mas foi necessário. Espero que não traumatize (nem a filha, nem a mãe, nem as outras crianças).

Angelina e o Mister Maker

A Angelina adora o Mister Maker (canal Discovery Kids). Ontem aconteceu uma coisa que, até agora, estou sem acreditar. Resolvi contar por aqui para que eu possa deixar registrado e assegurar que, no futuro, esses detalhes e acontecimentos não fiquem perdidos no tempo.
Ela estava sentadinha quando o Mister Maker disse “você vai precisar de dois pratos” (era para um desenho). Ela levantou e saiu correndo para a cozinha, fui atraz e ela já estava perto da pia, apontando. Mesmo descrente, peguei um prato de plástico e dei a ela. Era exatamente isso.
Ela pegou o prato e voltou correndo pra sala, parou em frente a tv e ficou mostrando o prato pro Mister Maker, como quem diz “tá aqui o que você pediu”.
Só fiquei parada, olhando tudo, babando e sem saber que pensar.

Pra quem não conhece, aí vai uma foto do Mister Maker (o amigo da Angelina).

É muito talento e independência

Angelina já sabe entrar na piscina de bolinhas e contar histórias.

Videos para compartilhar com os visitantes do blog as delícias do crescimento da pequena.

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